E a verdade que se extrai de minhas entranhas é que eu realmente nunca imaginei que isso existisse de fato.
Nunca pensei que existisse algo tão forte, tão incontrolável.
Sentimento que me aperta o peito, embarga a voz e muda meu humor como num passe de mágicas.
E eu fico aqui, louca, querendo gritar, ou querendo ao menos só falar baixinho.
Mas nada sai.
Só sei sentir. Queria controlar, queria te expulsar, queria esquecer, mas só sei sentir.
E sentir, às vezes dói. Às vezes sufoca, entala, paralisa, estristece, rouba o ânimo. Sentir às vezes queima, arde, fere.
Essencial é a liberdade de expressar quem sou, de me desvendar, de viver a vida como ela é, sem esquecer de tentar mudar um pouco aqui ou ali. Essencial é amar, sem escolher, sem entender, só amar. Essencial é a esperança, que pode fazer um enlutado ter coragem de tentar tudo de novo. Essencial é a fé, que me faz crer em algo que não posso ver, mas que sinto Seu agir em meu ser. Essencial é ser chamado de louco, mas mesmo assim não desistir de sonhar, de amar, de ser diferente, de viver.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Make You Feel My Love
When the rain
Is blowing in your face
And the whole world
Is on your case
I could offer you
A warm embrace
To make you feel my love
When the evening shadows
And the stars appear
And there is no one there
To dry your tears
I could hold you
For a million years
To make you feel my love
I know you
Haven't made
Your mind up yet
But I would never
Do you wrong
I've known it
From the moment
That we met
No doubt in my mind
Where you belong
I'd go hungry
I'd go black and blue
I'd go crawling
Down the avenue
No, there's nothing
That I wouldn't do
To make you feel my love
The storms are raging
On the rolling sea
And on the highway of regret
Though winds of change
Are throwing wild and free
You ain't seen nothing
Like me yet
I could make you happy
Make your dreams come true
Nothing that I wouldn't do
Go to the ends
Of the Earth for you
To make you feel my love
Fazer Você Sentir Meu Amor
Quando a chuva
Está soprando no seu rosto
E o mundo todo
Depender de você
Eu poderia te oferecer
Um abraço caloroso
Para fazer você sentir o meu amor
Quando as sombras da noite
E as estrelas aparecerem
E não houver ninguém lá
Para secar suas lágrimas
Eu poderia segurar você
Por um milhão de anos
Para fazer você sentir o meu amor
Eu sei que você
Não se
Decidiu ainda
Mas eu nunca
Te faria nada de errado
Eu já sei que
Desde o momento
Que nos conhecemos
Não há dúvida na minha mente
De aonde você pertence
Eu passaria fome
Eu ficaria triste e deprimida
Eu iria me arrastando
Avenida a baixo
Não, não há nada
Que eu não faria
Para fazer você sentir o meu amor
As tempestades estão violentas
Sobre o mar revolto
E sobre o caminho do arrependimento
Embora ventos de mudança
Estejam trazendo entusiasmo e liberdade
Você ainda não viu nada
Como eu
Eu poderia fazer você feliz
Fazer os seus sonhos se tornarem reais
Nada que eu não faria
Vou ao fim
Da Terra por você
Para fazer você sentir o meu amor
Is blowing in your face
And the whole world
Is on your case
I could offer you
A warm embrace
To make you feel my love
When the evening shadows
And the stars appear
And there is no one there
To dry your tears
I could hold you
For a million years
To make you feel my love
I know you
Haven't made
Your mind up yet
But I would never
Do you wrong
I've known it
From the moment
That we met
No doubt in my mind
Where you belong
I'd go hungry
I'd go black and blue
I'd go crawling
Down the avenue
No, there's nothing
That I wouldn't do
To make you feel my love
The storms are raging
On the rolling sea
And on the highway of regret
Though winds of change
Are throwing wild and free
You ain't seen nothing
Like me yet
I could make you happy
Make your dreams come true
Nothing that I wouldn't do
Go to the ends
Of the Earth for you
To make you feel my love
Fazer Você Sentir Meu Amor
Quando a chuva
Está soprando no seu rosto
E o mundo todo
Depender de você
Eu poderia te oferecer
Um abraço caloroso
Para fazer você sentir o meu amor
Quando as sombras da noite
E as estrelas aparecerem
E não houver ninguém lá
Para secar suas lágrimas
Eu poderia segurar você
Por um milhão de anos
Para fazer você sentir o meu amor
Eu sei que você
Não se
Decidiu ainda
Mas eu nunca
Te faria nada de errado
Eu já sei que
Desde o momento
Que nos conhecemos
Não há dúvida na minha mente
De aonde você pertence
Eu passaria fome
Eu ficaria triste e deprimida
Eu iria me arrastando
Avenida a baixo
Não, não há nada
Que eu não faria
Para fazer você sentir o meu amor
As tempestades estão violentas
Sobre o mar revolto
E sobre o caminho do arrependimento
Embora ventos de mudança
Estejam trazendo entusiasmo e liberdade
Você ainda não viu nada
Como eu
Eu poderia fazer você feliz
Fazer os seus sonhos se tornarem reais
Nada que eu não faria
Vou ao fim
Da Terra por você
Para fazer você sentir o meu amor
domingo, 17 de julho de 2011
Contrariada!
E pra dizer q verdade, isso tudo me estremece de medo. Sentir o que sinto, apesar das inúmeras tentativas de não sentir; pensar o quanto pendo; desejar como desejo; sonhar tanto assim... tudo isso me apavora de vez em quando.
Nunca cri muito nisso tudo, nunca pensei...
E vez por outra, tudo ainda toma dimensões irremediáveis. Contraria meu bom senso, contraria quem eu sempre imaginei ser, contraria o meu discurso polido e clássico, contraria minhas inúteis remadas, minhas tentativas.
Mas o que é o coração senão, o especialista em contrariar?
Nunca cri muito nisso tudo, nunca pensei...
E vez por outra, tudo ainda toma dimensões irremediáveis. Contraria meu bom senso, contraria quem eu sempre imaginei ser, contraria o meu discurso polido e clássico, contraria minhas inúteis remadas, minhas tentativas.
Mas o que é o coração senão, o especialista em contrariar?
domingo, 12 de junho de 2011
Desabafo!
Um dia Tu me falaste, me prometeste, me fizeste sonhar e querer realizar.
Eu deixei que me levasses, que me envolvesses, que me moldasses.
Tanto tempo já passou e eu cheguei aqui.
Muita coisa aconteceu. E mesmo nem sempre entendendo, sei que é aqui o meu lugar.
Era aqui que Tu me querias, nesse tempo, desde o início.
Há ainda tanta coisa pra acontecer, tantas promessas a se cumprirem. Eu sei que ainda estás comigo, que ainda se importas.
Mas, pra ser sincera, não pensei que seria tão difícil.
Não imaginei que envolveria tantas lágrimas, tanta dor.
Como poderia imaginar que seria traídas pelos que me declaravam tamanha amizade?
Como poderia acreditar que seria abandonada em meio ao cansaço?
Eu não pensei que seria tão doloroso.
Não imaginei que seriam tantas as barreiras a vencer.
Senhor, pra ser completamente sincera, algumas vezes cheguei a pensar que Tu mandarias as bençãos como a água que cai na chuva, e faz as plantas brotarem.
Eu pensei que seria mais fácil.
Ah Paizinho, mas eu não vim até aqui pra desistir agora. Eu não vou desistir de sonhar, de vencer, de viver o que Tu me prometeste. Não vou desistir dos Teus planos pra mim.
Sei que Tu não desistes de mim, como poderia eu desistir?
Tu sabes exatamente como estou, tu sabes onde dói e até onde posso suportar.
Estou aqui e não vou parar.
Sê comigo, pois contigo eu posso todas as coisas.
Eu deixei que me levasses, que me envolvesses, que me moldasses.
Tanto tempo já passou e eu cheguei aqui.
Muita coisa aconteceu. E mesmo nem sempre entendendo, sei que é aqui o meu lugar.
Era aqui que Tu me querias, nesse tempo, desde o início.
Há ainda tanta coisa pra acontecer, tantas promessas a se cumprirem. Eu sei que ainda estás comigo, que ainda se importas.
Mas, pra ser sincera, não pensei que seria tão difícil.
Não imaginei que envolveria tantas lágrimas, tanta dor.
Como poderia imaginar que seria traídas pelos que me declaravam tamanha amizade?
Como poderia acreditar que seria abandonada em meio ao cansaço?
Eu não pensei que seria tão doloroso.
Não imaginei que seriam tantas as barreiras a vencer.
Senhor, pra ser completamente sincera, algumas vezes cheguei a pensar que Tu mandarias as bençãos como a água que cai na chuva, e faz as plantas brotarem.
Eu pensei que seria mais fácil.
Ah Paizinho, mas eu não vim até aqui pra desistir agora. Eu não vou desistir de sonhar, de vencer, de viver o que Tu me prometeste. Não vou desistir dos Teus planos pra mim.
Sei que Tu não desistes de mim, como poderia eu desistir?
Tu sabes exatamente como estou, tu sabes onde dói e até onde posso suportar.
Estou aqui e não vou parar.
Sê comigo, pois contigo eu posso todas as coisas.
As tardes de sexta.
Esses dias passei em frente a uma escola à tardinha, era sexta-feira. Os alunos íam saíndo e de certa forma fui carregada para memórias antigas, do tempo em que eu podia ser um daqueles alunos. Lembrei-me da expectativa reinante durante toda a tarde de sexta, expectativa pelo sinal, pelo fim das aulas. Era como que o ápice da minha semana.
Senti reavivada em mim aquela sensação gostosa de dever cumprido, de que agora a obrigação tinha sido feita, eu agora podia fazer, simplesmente o que quisesse.
Foi como voltar todos esses anos e me encontrar de novo no portão da escola, depois de uma semana de aulas e trabalhos e sentir o frescor da liberdade. Como se uma leve brisa soprasse meu rosto e me lembrasse que eu estava livre. A brisa era o sinal de que agora o peso podia ser guardado um pouco, minhas costas tão pouco sofrida pelos simples fardos da infância podiam relaxar completamente.
Aquela brisa era, simplesmente, um sinal de liberdade. Liberdade essa que eu anseio até hoje. Liberdade de poder sair andando sem rumo, de poder falar e ninguém me mandar calar, liberdade de brincar, correr, ir pra casa e me deitar no sofá pra assistir desenho, liberdade pra tomar banho de bica, de ir pra casa de vó, de tia, dos amigos... Liberdade de experimentar, de flanar, de viver.
Ah como a vida era simples.
Senti reavivada em mim aquela sensação gostosa de dever cumprido, de que agora a obrigação tinha sido feita, eu agora podia fazer, simplesmente o que quisesse.
Foi como voltar todos esses anos e me encontrar de novo no portão da escola, depois de uma semana de aulas e trabalhos e sentir o frescor da liberdade. Como se uma leve brisa soprasse meu rosto e me lembrasse que eu estava livre. A brisa era o sinal de que agora o peso podia ser guardado um pouco, minhas costas tão pouco sofrida pelos simples fardos da infância podiam relaxar completamente.
Aquela brisa era, simplesmente, um sinal de liberdade. Liberdade essa que eu anseio até hoje. Liberdade de poder sair andando sem rumo, de poder falar e ninguém me mandar calar, liberdade de brincar, correr, ir pra casa e me deitar no sofá pra assistir desenho, liberdade pra tomar banho de bica, de ir pra casa de vó, de tia, dos amigos... Liberdade de experimentar, de flanar, de viver.
Ah como a vida era simples.
Divã.
Já estava com saudades disso aqui. Saudades do meu divã. Saudades da catarse, de colocar pra fora, de externar o que não me cabe no peito. E ultimamente, há tanto me prendendo o ar, tanta coisa me sufocando a voz. E aquilo que consigo dizer, normalmente sai em um esforço sobrehumano, misturado a um medo de dizer demais, de piorar tudo.
Sinto falta desse meu espaço, desse meu mundo, onde posso dizer o que sinto, expressar quem sou, me revelar em minhas mais elaboradas parábolas.
Essa sou eu, um alguém que precisa gritar e que às vezes impedida, socorre-se às palavras escritas como que arrancadas de dentro da alma, suspiradas como um último suspiro, saídas das vísceras.
Sinto falta desse meu espaço, desse meu mundo, onde posso dizer o que sinto, expressar quem sou, me revelar em minhas mais elaboradas parábolas.
Essa sou eu, um alguém que precisa gritar e que às vezes impedida, socorre-se às palavras escritas como que arrancadas de dentro da alma, suspiradas como um último suspiro, saídas das vísceras.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Refletindo sobre os dissabores...
Quando a gente se dispõe a amar, (seja lá quem ou o que for) a gente se dispõe também a sofrer, a odiar, a arrepender-se.
Talvez fosse bem mais fácil, simplesmente não sentir, não se deixar envolver. Mas isso, para pessoas normais, com um coração e sentimentos não é tão fácil.
Junto com um coração disposto a sentir quase sempre vem uma enxurrada de medos, ansiedades e arrependimentos. Quem abre o coração para amar algo além do seu próprio umbigo está se dispondo à não ser amada, a ser traído, decepcionado, abandonado.
Seria muito fácil poder controlar sentimentos e suas reações. Seria fácil controlar o sentir, o viver. Mas nunca será fácil ordenar ao coração um amor, um amigo, um desejo, ou o contrário de todos eles. O coração ama sem pedir credenciais e desama sem esperar explicações.
Assim é a vida. Seria fácil vivê-la sem se expor a sentimentos e seus sabores e dissabores. Mas fácil não quer dizer bom, nem difícil ruim.
É difícil encarar decepções, traições, etc., mas essas coisas não fazem da vida algo ruim. Fazem dela algo que vale a pena.
Viver nem sempre é fácil, mas quando se descobre o real sentido da vida, pode-se ultrapassar qualquer barreira, simplesmente pelo fato de querer viver.
Talvez fosse bem mais fácil, simplesmente não sentir, não se deixar envolver. Mas isso, para pessoas normais, com um coração e sentimentos não é tão fácil.
Junto com um coração disposto a sentir quase sempre vem uma enxurrada de medos, ansiedades e arrependimentos. Quem abre o coração para amar algo além do seu próprio umbigo está se dispondo à não ser amada, a ser traído, decepcionado, abandonado.
Seria muito fácil poder controlar sentimentos e suas reações. Seria fácil controlar o sentir, o viver. Mas nunca será fácil ordenar ao coração um amor, um amigo, um desejo, ou o contrário de todos eles. O coração ama sem pedir credenciais e desama sem esperar explicações.
Assim é a vida. Seria fácil vivê-la sem se expor a sentimentos e seus sabores e dissabores. Mas fácil não quer dizer bom, nem difícil ruim.
É difícil encarar decepções, traições, etc., mas essas coisas não fazem da vida algo ruim. Fazem dela algo que vale a pena.
Viver nem sempre é fácil, mas quando se descobre o real sentido da vida, pode-se ultrapassar qualquer barreira, simplesmente pelo fato de querer viver.
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